Esta é uma história de ficção.
João era feliz no trabalho.
Um dia na vida de
João
Esta é uma história verídica.
João era feliz no trabalho. Um dia, depois de receber um
elogio de seu chefe, sua colega lhe falou:
– Bem que a gente podia dar um esticadinha no motel hoje,
depois do trabalho, né?
Animado com a idéia, João ligou para a esposa e avisou
porque chegaria mais tarde. Ainda a ouviu dizer:
– Se você chegar muito cansado, te faço uma massagem.
Divirta-se!
Depois de dar cinco com sua colega sem tomar nenhum
comprimido colorido, conversaram sobre futebol e filmes de ação. Sua colega
pagou a conta, dizendo:
– Você sabe que foi só um encontro casual, né?
Chegando em casa, encontrou sua esposa seminua na cama.
Ganhou uma bela massagem e ainda deu mais duas antes de dormir. Já era alta
madrugada, mas ainda assim, acordou antes do despertador, ansioso para chegar
no trabalho.
Um dia na vida de
Maria
Esta também é uma história verídica.
Maria saiu cedo do trabalho maçante que arrumou para
complementar as contas da casa. Mal chegou em casa, seu marido ligou:
– Amor, vou chegar tarde hoje, vou ao motel com uma colega
do trabalho.
– Tudo bem, se você chegar muito cansado, te faço uma boa
massagem. Divirta-se!
Mal desligou o telefone, já estava discando:
– Oi! Tudo bem? Olha só, meu marido vai chegar tarde hoje...
Sua companhia chegou rapidamente. Foram direto ao ponto. Depois
da segunda, Maria vestiu a calcinha e aproveitou para buscar um copo d’água
enquanto sua companhia ia ao banheiro.
Aguardava na cama com seu copo d’água quando seu marido
chegou. Assustada, logo começou a fazer uma massagem no marido para evitar que
fosse ao banheiro. Deram uma comprida que terminou no meio, com seu marido
pegando no sono.
– Anda, veste suas roupas, rápido!
Acompanhou o moço até a porta. Ainda deram umazinha no hall.
Um dia na vida de
Ricardo
Mais uma história verídica, qualquer semelhança não é mera
coincidência.
Ricardo era um rato de academia. Nunca entendeu muito bem o
que se passava à sua volta, mas, talvez exatamente por isso, era feliz. Um dia,
depois do segundo turno na academia, seu telefone tocou:
– Oi! Tudo bem? Olha só, meu marido vai chegar tarde hoje,
vem logo pra cá!
Contou para os colegas de academia, tomou um comprimido azul
e correu para seu encontro. Depois da terceira, foi ao banheiro pegar um pacote
de camisinha em sua calça. Enquanto brincava de pendurar a toalha na criança, o
corno chegou. Gelou. Será que o puto anda armado?! A toalha caiu no chão.
Ficou ouvindo o sexo no quarto. Duas horas depois, a porta
do banheiro se abriu, o medo lhe subia a espinha:
– Anda, veste suas roupas, rápido!
Saiu pela porta da frente enquanto o corno dormia. Ainda
comeu a vagabunda mais uma vez, no hall.